quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Final Fantasy I & II: Dawn of Souls (parte 1)



Título
Final Fantasy (Dawn of Souls)
Série
Final Fantasy
Gênero(s)
RPG
Console(s)
Gameboy Advance
Publisher
Nintendo
Desenvolvedora
Square-Enix
Rank pessoal
6.3/12
Personagem favorito
Knight
Modo
SP
Inimigo mais difícil
Chaos
Ano de lançamento
1987/2004
Ano jogado
2012
Dificuldade
Baixa média

    Final Fantasy I & II: Dawn of Souls é uma compilação de remakes dos primeiros dois jogos da série Final Fantasy. O primeiro jogo da série (também chamado de Final Fantasy Original) teve alguns ports e remakes ao longo dos anos que incluem versões para: MSX, PlayStation, e um bando de portáteis como GBA, PSP e Wonderswan. As versões portáteis não são muito diferentes entre si, sendo as versões do GBA e Wonderswan muito próximas.
    Aparentemente, a versão do Wonderswan possui a opção de trocar a dificuldade do primeiro Final Fantasy para uma dificuldade menor, enquanto a versão do GBA usa como padrão este modo fácil de jogo, com personagens evoluindo rápido e inimigos mais simples de derrotar.
    Diferente do que seria o destaque da série nos lançamentos futuros, o primeiro jogo da série FF não possui protagonistas tão memoráveis (deixa esse encargo para seus vilões), uma vez que o jogador decide as classes dos seus quatro guerreiros e os nomeia antes de começar a aventura. Assim sendo, as classes ficaram mais conhecidas enquanto os personagens são genéricos. As classes são definidas a partir de um padrão para jogos de RPG onde se pode escolher entre guerreiros e magos. FF Original dispunha de seis classes no total, sendo três classes guerreiras, duas classes magas e uma híbrida. Posteriormente, o jogador tem a chance de evoluir as classes também, tornando-as mais poderosas e fazendo com que algumas classes guerreiras também aprendam algumas das artes mágicas.
    Independente do time escolhido é altamente aconselhável ter pelo menos um mago branco para manter o time vivo ao longo da saga. Saga esta que contempla uma profecia a respeito de quatro jovens que surgiriam do nada quando o mundo mais precisasse de salvação. Os jovens da profecia viriam a ser conhecidos como os Guerreiros da Luz e trariam consigo o mesmo tanto de cristais que simbolizam os quatro elementos do mundo. Terra, fogo, água e ar (apresentados no jogo nesta ordem) são os elementos que precisam ser restaurados para sua ordem natural a fim de manter o equilíbrio do mundo. Cada elemento possui, além do pequeno cristal que cada guerreiro mantém em posse, um grande cristal guardado em algum lugar de difícil acesso e que tem ligação direta com o elemento em questão. Terra se encontra numa caverna, o fogo num vulcão, a água no fundo do mar e o ar no céu.
    Fácil saber para onde seguir? Nem tanto. Antes de iniciarem sua jornada, os Guerreiros da Luz precisam enfrentar Garland, o maior espadachim do reino de Cornelia, para salvar a princesa Sarah, filha do rei do mesmo lugar. Apenas depois disso que eles conseguem consertar a ponte que os leva a sua épica jornada para salvar a todos. Os Guerreiros da Luz logo conseguem o barco que os levarão ao reino dos elfos, à caverna dos anões, à terras longínquas e de difícil acesso, tudo para garantir informação e acesso aos cristais tão desejados. Cada cristal é protegido por um Demônio Elemental que usurpou o cristal para benefício próprio (o que significa destruição e caos).
    Próximo ao fim da jornada, os heróis descobrem que algo ligava todas as catástrofes do mundo, e que esse mistério tinha origem no Santuário do Caos, lugar onde Garland usou de esconderijo quando raptara a princesa Sarah. O primeiro jogo da série Final Fantasy pode ter um enredo simples, mas mesmo para jogadores desavisados sua história ainda pode ser surpreendente no fim.
    A primeira parte da compilação tem algumas músicas marcantes, como os temas de batalhas com os chefes, a música da dungeon do fundo do mar e o clássico prelúdio do Final Fantasy. O jogo não apresenta grandes dificuldades, mas o número absurdo de encontros com os inimigos podem cansar o jogador de vez em quando, porém como o jogo não é extenso, não causa maiores problemas (considerando que o jogador tenha uma boa intuição ou um guia para saber para onde seguir).
    Final Fantasy Original no pacote Dawn of Souls é um bom jogo por si só, mostra mais uma vez como o clássico dos RPGs pode ser atrativo apesar do tempo passado e é uma sólida experiência para aqueles que ainda não conhecem a origem de uma das maiores séries de RPGs eletrônicos.

Comentários extras:



  • ·         A classe Mago Vermelho se torna inútil ao longo do jogo, uma vez que não é nem tão forte quanto o guerreiro (e não pode usar as melhores armas), nem dispõe das melhores magias do mago negro.
  • ·         A versão Dawn of Souls contempla dungeons extras que podem ser acessadas para um maior desafio ao jogador, utilizando um padrão dos jogos futuros no que diz respeito aos chefes opcionais muito mais poderosos. Dawn of Souls está repleto de chefes das sequências de Final Fantasy.

Fonte da imagem: www.nintendoblast.com.br

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