terça-feira, 28 de outubro de 2014

Músicas de RPG 76 - Dragon Quest 5: The Ocean

O que posso dizer sobre esse jogo? Quando comecei a jogar a série Dragon Quest, estava me perguntando por que os japoneses gostavam tanto dela. Aposto que DQ5 é uma das respostas. A versão do DS é fantástica e me pergunto onde eu a classificaria se tivesse jogado no SNES. Dentre os RPGs que eu joguei no DS, o DQ5 é o melhor single player, enquanto o Final Fantasy 4 Heroes of Light é o melhor multiplayer (e os 2 podem muito bem estar empatados no primeiro lugar como excelentes RPGs no DS). Escolhi a versão do PS2 dessa música por questões de qualidade, mas fiquei em dúvida se devia usar a versão do SNES.



Jogo: Dragon Quest 5
Sistemas: SNES, NDS, PS2
Ano: 1992
Compositor: Koichi Sugiyama

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Músicas de RPG 75 - Star Ocean: What Should Be

 Lembro que em comparação com outros RPGs no SNES, Star Ocean não pareceu muito longo. Parte disso parece proposital, já que você deveria voltar ao jogo e refazê-lo por outros caminhos, recrutando novos personagens para o seu grupo e vendo como a história mudaria. Talvez eu o jogue de novo só pra lembrar de onde/quando passam as músicas, incluindo esta.


Jogo: Star Ocean
Sistema: SNES
Ano: 1996
Compositor: Motoi Sakuraba


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Músicas de RPG 74 - Luminous Arc: Iridescent Journey

Luminous Arc é uma pequena série de RPGs táticos do DS, a qual só joguei o primeiro título. O jogo em si é bem mediano, mas algumas músicas são boas, com até mesmo a participação de Yasunori Mitsuda na composição da OST. Essa faixa, porém, parece ser atribuída somente a Akari Kaida.


Jogo: Luminous Arc
Sistema: NDS
Ano: 2007
Compositor: Akari Kaida

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

SaGa 3


Título
SaGa 3
Série
SaGa
Gênero(s)
RPG
Console
Nintendo Gameboy
Publisher
Square
Desenvolvedora
Square
Rank pessoal
5.7/12
Personagem favorito
Curtis
Modo
SP
Inimigo mais difícil
Ballor
Ano de lançamento
1991
Ano jogado
2013
Dificuldade
Média (alta em determinados pontos)
Tempo Estimado
15 horas


    SaGa 3 é o último jogo da série para o Gameboy. De fato, SaGa 3 pode ser considerado a versão definitiva da série para o portátil da Nintendo, considerando sua evolução em comparação aos seus antecessores que o colocam mais próximo de um design comum adotado em RPG e mais distante dos experimentos que a série se mostrou ser.
    Considerando os primeiros dois jogos com o último, pode ser traçado um padrão subjetivo da mídia de: bom (ou no caso, razoável), péssimo e bom. O primeiro jogo da série, embora simples, pode ser considerado bom ou razoável de acordo com a sua intenção. O segundo jogo, já tendo a experiência do primeiro e alguma expectativa do público, segue um rumo que não condiz com tais expectativas, resultando em um título classificado como ruim (péssimo). O terceiro, tentando reerguer a imagem do produto, se redimi retornando ao padrão bom ou ultrapassando as expectativas em comparação com o primeiro.
    Makai Toushi SaGa (Final Fantasy Legends no ocidente) conta a história de um aventureiro em busca de desbravar uma torre que se estende por vários mundos. Nesse título, o jogador pode construir seus personagens dentro de um rol de opções de três raças: humanos, mutantes (espers) ou monstros. Humanos são inaptos a magia nessa edição e evoluem com base em poções compradas em lojas. Os mutantes são totalmente aleatórios, ganham suas habilidades aleatoriamente nas lutas (que substituem as antigas que ele também aprendeu aleatoriamente), assim como seus atributos também são incrementados aleatoriamente. Monstros somente evoluem comendo a carne de outros monstros no final da luta, a partir da qual eles se transformam no monstro do qual se alimentaram.
    Não é preciso pensar muito para imaginar quais problemas esse estilo de design teria nos dias de hoje. Não que ele não tivesse no passado, só que hoje seria quase inimaginável algo do tipo.
    Esse design aleatório permanece no segundo jogo, mas algumas diferenças são feitas. Agora humanos também aumentam aleatoriamente seus atributos após as lutas, assim como os mutantes (que praticamente não mudaram). Uma nova “raça” foi adicionada: robô, e sua força é totalmente montada a partir de seus equipamentos (força, vida, velocidade, etc). Outra característica comum dos primeiros jogos é o fato de que, assim como em Fire Emblem, todas as armas do jogo possuem durabilidade. E somente os robôs podem “restaurar” a durabilidade de suas armas, ao custo de só poderem usar metade dela. Os primeiros jogos também são arbitrários em relação a suas lutas e os efeitos de sua aleatoriedade são irreversíveis a menos que o console seja desligado. Isso torna principalmente o segundo título da série uma experiência fora do controle do jogador, arruinando tudo.
    O enredo do segundo jogo é completamente apagado perante tantos problemas. Mas também trata de uma torre com mundos conectados e a busca por um meio de impedir ações maléficas em vários mundos.
    Após “erros” seguidos, a série finalmente toma um rumo mais iluminado na terceira edição. SaGa 3 admite vários padrões de design na construção de RPGs que o trazem de volta ao controle do jogador, e não vice-versa. As batalhas são menos arbitrárias contra o time de heróis, e estes voltam a poder evoluir através de níveis, embora as opções diferentes de SaGa estejam ainda presentes (porém opcionais). Os personagens são gerados automaticamente entre humanos e mutantes, mas as diferenças entre esses diminuíram bastante. Humanos são melhores fisicamente e mutantes em magias, mas todos podem usar tudo e nada é aleatório. Cada personagem pode se tornar besta, monstro, ciborgue ou robô dependendo do que utilizam dos monstros no final da luta, e ganham suas características por isso, mas o design inteiro é bem menos restrito. Além de que é possível voltar ao normal (humano/mutante).
    Nenhuma transformação é necessária para concluir o jogo e como o jogador que decide quais magias os personagens possuem, a experiência final toda é melhorada em comparação com os antecessores. A redução da aleatoriedade jogo trouxe um retorno positivo para SaGa 3.
    Agora, com menores preocupações de como o título funciona o jogador pode finalmente entender a história. Desta vez também houve mudança no enredo, deixando de lado a torre e apresentando viagem no tempo como tema principal da história. Os heróis, que vieram do futuro, precisam juntar as peças necessárias para reativar uma nave com múltiplas funções (combate, transporte, viagem no tempo) e avançar na trama. No fim, os jogos acabam sempre fazendo com que os heróis enfrentem algum vilão que se intitula deus.
    Mas isso não quer dizer que SaGa 3 não tenha seus problemas. O maior problema do jogo é sua enorme tendência de esconder informações. Quase todos os RPGs dizem claramente a eficácia de algum item. O jogador pode não entender o que a informação significa, mas ela está lá. SaGa 3 esconde tudo que lhe convém. Acontece que convém ao SaGa esconder praticamente tudo. Personagens, monstros, itens, magias e quase todo o resto só lhe são conhecidos os nomes. Para boa parte deles, isso basta. Para outra imensa maioria, não é o bastante. Há uma lógica por trás disso, quando (no mundo real) uma pessoa obtém um artigo como uma espada ou machado, a pessoa em geral não saberá qual deles tem o melhor desempenho numa luta e tudo que lhe resta é testar. Feito isso, poderá determinar com qual ficará baseado no resultado. É assim que SaGa funciona, a única diferença é que o jogador não tem que escolher entre uma espada e um machado, mas sim entre uma espada longa e uma espada de prata, entre uma pistola venenosa e arco élfico, entre um machado Tomahawk e a espada do imperador. Não há nenhuma garantia do que é melhor e repetir testes incessantemente para saber o que possui um melhor desempenho em combate é cansativo.
    Alguns chefes são terríveis, mas com um pouco de sorte e apoio de um quinto personagem, a maioria dos desafios pode ser superado sem uma grande frustração. Os gráficos preto e branco são normais e as músicas não tão memoráveis quanto Pokémon no mesmo portátil. Final Fantasy Legends 3, como é conhecido no ocidente é recomendado apenas para quem quiser conhecer a série SaGa em sua época pré-SNES.
Comentários extras:

     Akitoshi Kawazu, só esse nome deve bastar para explicar muito.
     O segundo e terceiro jogos possuem remakes no DS, suas diferenças em relação às versões do GB me são desconhecidas.
     Ainda que Final Fantasy tivesse mencionado viagens no tempo, SaGa 3 é um dos jogos RPGs mais antigos a tratar do assunto como tema principal (ou com um foco razoavelmente grande). Precedendo Chrono Trigger em quatro anos.



terça-feira, 7 de outubro de 2014

Músicas de RPG 73 - Suikoden: Peaceful People

Não entendo por que não se tem mais músicas do primeiro Suikoden nas listas de VGM por aí, considerando que ele tem uma das melhores trilhas sonoras eu já vi no primeiro PlayStation. Eu realmente gosto dos temas de cidades desse jogo, e esse tema também parece ser conhecido como Monetary Peace.


Jogo: Genso Suikoden
Sistema: PSX
Ano: 1995
Compositores: Miki Higashino, Tappy Iwase, Hiroshi Tamawari, Hirofumi Taniguchi, Mayuko Kageshita

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Músicas de RPG 72 - One Way Heroics: Yggdrasil (Asgard ver.)

Desde que vi esse jogo para ser aprovado no Steam Greenlight, senti interesse em experimentá-lo (a ponto de quase enlouquecer quando perdi os rastros de onde o tinha visto). É um roguelike bem interessante onde o objetivo principal é fugir das trevas que engolem o mundo (gerado aleatoriamente, claro). Para salvar o mundo, deve-se destruir o Lord das Trevas. As partidas podem ser tão curtas quanto alguns minutos ou superar um pouco mais de uma hora dependendo de como você jogar (até onde eu pude ir, apesar de ter zerado o jogo, ainda tenho muito o que fazer nele). De modo geral, recomendo esse jogo para qualquer fã de roguelike (ele nem é tão difícil assim também).


Jogo: One Way Heroics
Sistema: PC
Ano: 2014
Compositor: WindSphere

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Músicas de RPG 71 - Kyuuyaku Megami Tensei: Daedalus

É com grande alegria que anuncio Kyuuyaku Megami Tensei como meu centésimo RPG jogado e, em parte, meu primeiro RPG em japonês. Estava estudando japonês e fui testar meus conhecimentos com esse jogo nos últimos meses. Até que estava indo bem e tinha avançado mais da metade do jogo quando uma tradução pra inglês feita por fãs finalmente foi concluída, então eu continuei a partir daí. Com isso, finalmente dei entrada numa das séries de RPG que mais tinha vontade de jogar. Para quem quiser conhecer a minha lista e quais jogos considerei, é só olhar aqui no blog.
Kyuuyaku Megami Tensei (1) é dividido em 6 áreas e essa música é o tema da primeira delas, a Torre de Daedalus. A história do jogo é uma continuação das light novels japonesas, das quais 2 das 3 se encontram também traduzidas.


Jogo: Kyuuyaku Megami Tensei
Sistema: SNES
Ano: 1995
Compositor: ????

Lista de RPG


Agora que finalizei a primeira metade de Kyuuyaku Megami Tensei atingi, pelos meus métodos de contagem, 100 RPGs jogados (zerei todos, exceto os online pois esses não têm um fim bem definido). Para todos os RPGs de console ou de computador, considerei como terminados aqueles que eu consegui chegar aos créditos ou algo semelhante. Para os online, adicionei aqueles que eu joguei tempo suficiente para ter visto muito do jogo e então considerado "completo" de forma muito livre e subjetiva.
Versões diferentes do mesmo jogo foram consideradas como outros jogos, mas não os remakes. Então é por isso que Pokémon Yellow e Blue estão contados separadamente na lista (e sim, eu joguei os 2 mesmo sabendo que eram na essência o mesmo jogo), mas por exemplo Pokémon FireRed não foi contado, por se tratar de um remake.
Note também que a grande maioria é de console e com desenvolvimento japonês, coisa que aos poucos pretendo mudar.

É possível que eu atualize essa lista aos poucos para ir retratando meu avanço, mas não devo mudá-la tão constantemente. A lista está organizada por sistema/console e internamente por ordem alfabética, mas nenhum dos métodos de organização foi levado com extrema importância.


---MSX---

Rance (2012)


---NES---

Fire Emblem Gaiden (2013)
Mother (EarthBound Zero) (2011)
Silva Saga (2012)


---SNES---

Alcahest (2011)
Bahamut Lagoon (2013)
Chrono Trigger
Dragon Ball Z - Super Saiya Densetsu
Dragon Quest I (2010)
Dragon Quest II (2010)
Dragon Quest III (2010)
Dragon View
Final Fantasy IV (2009)
Final Fantasy V (2009)
Final Fantasy VI (2009)
Final Fantasy: Mystic Quest (2010)
Harvest Moon (2014.6)
Illusion of Gaia (2013)
Kyuuyaku Megami Tensei (2014.9)
Secret of Mana (2013)
Soul Blazer (2012)
Star Ocean (2010)
Tales of Phantasia
Terranigma (2013)
Ys IV: Mask of the Sun (2012)


---Genesis / SEGA-CD---

Phantasy Star IV
Shining Force
Shining in the Darkness (2011)
Vay (2014.7)
Warsong/Langrisser (2012)
Ys III - Wanderers from Ys (2012)


---GameBoy---

Pokémon Blue (2012)
Pokémon Red (2011)
Pokémon Yellow (2013)
SaGa I (2011)
SaGa II (2011)
SaGa III (2013)


---GameBoy Color---

Dragon Ball Z: Legendary Super Warriors (2012)
Pokémon Gold
Pokémon Silver (2014.1)


---Nintendo 64---

Paper Mario (2011)


---PlayStation---

Arc the Lad (2012)
Arc the Lad II (2013)
Digimon World (2013)
Final Fantasy VII (2010)
Final Fantasy VIII (2010)
Final Fantasy IX (2011)
Grandia (2011)
Suikoden (2013)
Tales of Destiny (2011)
Tales of Eternia (2014.5)
Threads of Fate (2011)


---GameBoy Advanced---

Final Fantasy I  (2008/2012r)
Final Fantasy II (2008/2012r)
Fire Emblem - Rekka no Ken
Mario & Luigi: Superstar Saga (2012)
Phantasy Star Collection: I   (2010)
Phantasy Star Collection: II  (2011)
Phantasy Star Collection: III (2011)
Sword of Mana (2013)
Yuyu Hakusho: Dark Tournament (2011)



---DreamCast---

Evolution
Evolution II
Grandia II (2013r)
Skies of Arcadia
Silver
Shenmue (2013)
Shenmue 2 (2013)


---XBOX---

Fable
Jade Empire


---PlayStation 2---

.hack//Infection (2013)
Final Fantasy X (2014.4)
Grandia Xtreme (2014.8)
Kingdom Hearts (2013)


---Nintendo DS---

Dragon Ball Z: Attack of the Saiyans (2012)
Dragon Quest 4: Chapters of the Chosen (2012)
Drone Tactics (2014.3)
Dungeon Explorer: Warriors of the Ancient Arts (2012)
Final Fantasy III (2008)
Final Fantasy 4 Heroes of Light (2012)
Fire Emblem: Shadow Dragon (2012)
Legacy Of Ys: Book 1 (2011)
Legacy Of Ys: Book 2 (2011)
Luminous Arc (2010)
Mario & Luigi: Partners in Time (2013)
Sands of Destruction (2013)


---XBOX 360---

Blue Dragon (2014.7)
Fable II
Lost Odyssey (2012)
Nier (2011)




---PC---

Child of Light (2014.8)
Era dos Deuses [RM2k] (2012)
Epic Battle Fantasy 3 [Flash] (2013)
Epic Battle Fantasy 4 [Flash] (2013)
Evolution of Magic [Flash] (2013)
Granado Espada
Knights of Pen and Paper (2014.2)
Ragnarok Online
Rance 2 (2013)
Swords and Potions (2013)


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 Por fim, já que estou revelando a lista inteira de RPGs que eu joguei (tem mais que isso, mas nem todos considerei como finalizados) também gostaria de listar as 10 séries de RPGs que mais quis começar a jogar (conhecer) durante minha infância/adolescência. Das quais muitas já tive a oportunidade de começar (e agora finalmente o grande universo Megami Tensei):

01 - Ys
02 - Final Fantasy
03 - Dragon Quest
04 - Megami Tensei
05 - Dragon Slayer
06 - Phantasy Star
07 - Quintet Games (Soul Blazer, Illusion of Gaia, Terranigma)
08 - Wild Arms
09 - Suikoden
10 - Shadow Hearts