terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Músicas de RPG 28 - Epic Battle Fantasy 3: Heroes March

Embora eu não considere os primeiros 2 jogos da série como RPGs legítimos, a partir do terceiro jogo a série, além de finalmente cair no gênero dos RPGs de cabeça, ainda deu uma boa melhorada. Comparando Epic Battle Fantasy 3 e 4, ainda prefiro o 3 devido a boa impressão que o jogo mais antigo me deu. Além de que o meu personagem favorito, Lance, tem uma presença mais forte no EBF3.


Jogo: Epic Battle Fantasy 3
Sistema: PC
Ano: 2010
Compositora: HalcyonicFalconX

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Era dos Deuses


Título
Era dos Deuses
Série
Nenhuma
Gênero(s)
RPG
Console(s)
PC (RPG Maker 2000)
Publisher
Planeta Software
Desenvolvedora
Planeta Software
Rank pessoal
6.9/12
Personagem favorito
Joana
Modo
SP
Inimigo mais difícil
Escorpião
Ano de lançamento
2002
Ano jogado
2012
Dificuldade
Baixa Média


    Era dos Deuses é um dos primeiros jogos brasileiros desenvolvidos numa das engines grátis e de acesso livre conhecidas como RPG Makers. Neste caso fora usada a versão de computador do RPG Maker 2000 (RM2k), um dos mais antigos e mais famosos. Foram usados muitos dos recursos nativos do RM2k, como gráficos, sons e músicas, mas também muita coisa fora adicionada pelo criador do jogo.
    Era dos Deuses teve sua inspiração em RPGs da época, principalmente Chrono Trigger e Final Fantasy e muitas de suas funções relembram as vistas em CT. A história do jogo é bem trabalhada e provavelmente umas das melhores feita por um amador no Brasil. O jogo conta a história de quatro pedras elementais criadas pelos deuses para estabelecer o equilíbrio e proporcionar a vida no planeta Terra. Uma quinta pedra, a pedra branca, é então criada a partir da energia existente no planeta e, após descoberta por humanos, é utilizada como arma em guerras. Porém a pedra é destruída e seus pedaços guardados. Posteriormente no jogo o herói é enviado para reativar a pedra branca e iniciar um ciclo de eventos que levarão a destruição das pedras elementais e, ainda mais à frente, a destruição do planeta.
    Era dos Deuses também possui pontos de discussão filosófica em seu enredo, como o questionamento (ainda que bem leve) sobre a importância dos deuses e seus papéis, assim como as diferenças entre deuses e os humanos, o que pode ser criado por cada um. Assim como em Tales of Phantasia, que tem um ponto chave do jogo baseado numa frase de impacto e reflexão, Era dos Deuses também faz uso da mesma ideia. A frase de impacto do jogo é “Deus faz, homem faz”.
    O jogo não é longo e possui alguns finais alternativos, inspirados em Chrono Trigger. A aventura também não é difícil, porém o jogo é cativante e tende a prender o jogador por algumas horas. Era dos Deuses é uma excelente experiência para jogadores brasileiros que queiram descobrir as possibilidades geradas pelo RPG Maker 2000.

Comentários extras:



  • O jogo possui o sistema New Game+.
 


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Músicas de RPG 27 - Phantasy Star 4: Behind the Circuit

Um dos primeiros RPGs que joguei. Também foi o primeiro de sua série que fechei. Muitos anos depois dele que eu fui terminar os primeiros 3 jogos da série e assim posso dizer que foi (até o momento) a única série de RPG (pelo menos a série principal) que zerei. Mas ainda tenho um longo caminho pela frente com as séries spin-offs e Online.


Jogo: Phantasy Star 4
Sistema: Mega Drive
Ano: 1993
Compositor: Izuho Numata, Masaki Nakagaki

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Músicas de RPG 26 - Fable 2: Bowerlake

Joguei Fable 2 apenas uma única vez e não me senti tão marcado quanto com o primeiro jogo. E de certa forma, mesmo sua trilha sonora não me agrada tanto, então tive um pouco de dificuldade ao escolher uma faixa do Fable 2. Acredito que essa seja a música mais calma a entrar na lista até hoje. O que acham?


Jogo: Fable 2
Sistema: Xbox 360
Ano: 2008
Compositores: Danny Elfman, Russel Shaw

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Músicas de RPG 25 - Final Fantasy IX: Terra

Para mim, o melhor FF do PSX. Em alguns pontos, esse jogo me lembra Illusion of Gaia. Parece que o enredo é mais focado nos personagens e sua jornada do que na salvação do mundo, como já fora em outros FFs. Embora não seja o único desse modo, foi um dos melhores. Até dizem que é um dos preferidos do Hironobu, o que me fez gostar ainda mais do jogo.


Jogo: Final Fantasy IX
Sistema: PSX
Ano: 2000
Compositor: Nobuo Uematsu

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Dungeon Explorer: Warriors of the Ancient Arts



Título
Dungeon Explorer: Warriors of the Ancient Arts
Série
Dungeon Explorer
Gênero(s)
Action-RPG
Console(s)
Nintendo DS/ PlayStation Portable
Publisher
Rising Star Games
Desenvolvedora
Hudson Soft
Rank pessoal
4.7/12
Personagem favorito
Nenhum
Modo
SP/MP
Inimigo mais difícil
Breed
Ano de lançamento
2007
Ano jogado
2012
Dificuldade
Média baixa

    Dungeon Explorer pode não parecer, mas é uma série de Action-RPGs antiga. Seus primeiros jogos foram lançados originalmente em computadores japoneses, mas alguns de seus títulos também saíram para o Super Nintendo e Sega Mega Drive. O seu título mais recente, porém, dificilmente evocará lembranças da série. Jogadores que tenham experimentado Diablo e o tenham como uma forte referência para action-RPG e dungeon crawlers vão se sentir familiarizados com Dungeon Explorer, mas por ele se assemelhar mais ao Diablo do que a qualquer outra lembrança.
    O jogo permite ao jogador escolher entre três classes em três raças diferentes (no DS, no PSP são seis classes). Podendo escolher um modo single player ou multiplayer, porém não há um modo cooperativo em campanha. O jogo é simples, possui uma história linear e praticamente ignorável a menos que o jogador se esforce muito para acompanhá-la, não por ser difícil ou estranha/perdida, mas só porque o jogo não parece realmente se importar com isso. É apenas um elemento que é necessário para um RPG e foi preenchido, mas o foco do jogo está totalmente em seu sistema, em suas ações. Desenvolver o personagem, recolher armas mais fortes, adquirir um robô mais forte para te ajudar (possível no final do jogo) e então, após zerar a campanha que é mais como um treino, partir para a dungeon gigantesca que é a pirâmide do jogo. Dungeon esta que pode ser jogada em multiplayer.
    O jogo possui dificuldade mediana, que aumenta com o passar das dungeons. O final é razoavelmente difícil e complicado para quem não evoluir o robô. Os chefes finais são repetitivos e mantém um padrão de ataques entediantes. A única diferença real entre os chefes é o dano que causam, com exceção de um que vira uma larva e avança contra o personagem. Aliás, este mesmo chefe é um dos poucos que possui uma história um pouco mais chamativa no jogo, sendo um cavaleiro apaixonado por uma bela mulher, vivendo num castelo que era conhecido por sua vida e beleza. Ao perder a mulher amada, o homem renunciou a Breed para conseguir ressuscitar a mulher amada, mesmo ao custo de toda a sua beleza e do castelo, tornando o lugar inteiro em podridão.
    Dungeon Explorer também tem seu foco no modo multiplayer e na exploração da pirâmide (principal dungeon do jogo), porém não é um título tão interessante. Outros action-RPGs são bem melhores, tanto no quesito do enredo, como jogabilidade, dificuldade e ação propriamente dita. Possivelmente o Warriors of the Anciente Arts sequer é o melhor Dungeon Explorer da série.

Comentários extras:


  • Para guerreiros, as garras são uma alternativa poderosa por sua agilidade e número seguidos de golpes.
  • O ovo do chefe final parece um kinder ovo.

 Imagem: rpgfan.com

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Músicas de RPG 24 - Tales of Phantasia: Fighting of the Spirit

Certo. Começando 2014 com Músicas de RPG. Dessa vez temos Tales of Phantasia, um dos melhores RPGs do SNES. Quinta teremos outro artigo no blog.


Jogo: Tales of Phantasia
Sistemas: SNES
Ano: 1995
Compositor: Motoi Sakuraba, Shinji Tamura