terça-feira, 29 de abril de 2014

Músicas de RPG 44 - Arc the Lad 2: Sabatico Shrine

O primeiro Arc the Lad foi propositalmente incompleto, o que me deixou um pouco decepcionado com o jogo. Mas quando avancei para o segundo jogo da série, já gostei do resultado (com exceção do último chefe). Para um RPG tático, Arc the Lad tem batalhas bem velozes e uma interface simples que deveria ser imitada por outros jogos do gênero. O jogo tem vários temas bons, mas Sabatico Shrine para mim é o melhor.


Jogo: Arc the Lad 2
Sistema: PSX
Ano: 1996
Compositor: Masahiro Ando

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Músicas de RPG 42 - Final Fantasy X: Wandering Flame

Parece que Masashi Hamauzu fez essa música, que rapidamente se tornou a minha favorita da OST, junto com a Someday The Dream Will End e Sprouting. Na verdade, quase toda a trilha sonora do FFX é muito boa, e o jogo em si me surpreendeu. Eu esperava algo como FFVII ou VIII. Esse é um jogo que eu certamente jogarei de novo no futuro, e dessa vez tentando vencer os chefes opcionais. Essa música na versão HD do jogo não tem o mesmo impacto, pelo menos pra mim.



Jogo: Final Fantasy X
Sistema: PS2
Ano: 2001
Compositor: Masashi Hamauzu

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Epic Battle Fantasy 3


Título
Epic Battle Fantasy 3
Série
Epic Battle Fantasy
Gênero(s)
RPG
Console
PC
Publisher
Kongregate/ Newgrounds/ Armor Games
Desenvolvedora
Matt Roszak
Rank pessoal
8.3/12
Personagem favorito
Lance
Modo
SP
Inimigo mais difícil
Akron
Ano de lançamento
2010
Ano jogado
2013
Dificuldade
Média / Alta


    Foi-se o tempo em que era necessário pagar caro para jogar videogame. Quase. Ainda é necessário pagar caro (e dependendo das condições financeiras – ou simplesmente a idade do jogador – é praticamente impossível comprar qualquer jogo de seu interesse) se o alvo são jogos de videogame da geração atual, com preços atingindo facilmente os três dígitos. Porém, para qualquer pessoa com um computador e uma conexão à internet, muitas outras portas se abrem, sendo a mais conhecida a pirataria gratuita via emuladores e roms. Talvez.
    Neste novo tempo, também se tem como opção jogos totalmente legais e de graça, disponibilizados na internet de diversas formas: jogos sociais, RPGs online, jogos desenvolvidos com RPG Maker e afins, jogos indies, etc. Neste grupo destaca-se o último que vem ganhando força nos últimos anos. É aí que entra a série Epic Battle Fantasy (EBF).
    EBF é uma série de jogos em flash desenvolvida por Matt Roszak e disponibilizada em sites onde qualquer pessoa pode jogar gratuitamente, online. Dentre os personagens típicos da série, Matt, o protagonista guerreiro, assemelha-se com seu criador tanto em nome quanto em aparência. Matt vem sendo constantemente usado nos jogos de Roszak muito antes de Epic Battle Fantasy e pode ser visto em outros de seus trabalhos. Sua principal aliada está presente desde o título original da série e participa como uma experiente maga e excelente curandeira chamada Natalie. Assim como Matt, também pode ser encontrada em trabalhos anteriores.
    Os primeiros dois jogos da série não são propriamente RPGs, embora possam ser classificados assim em seus sites distribuidores. Mas a discussão de gênero não cabe aqui, o importante é entender que ainda que bem simples, os EBF 1 e 2 foram o piso para uma significativa melhora para o terceiro jogo da série. Os títulos 1 e 2 focam-se apenas em batalhas, no qual o jogador pode decidir um número de equipamentos que vai carregar consigo na aventura nas interfases dos jogos (no segundo jogo isso não é possível antes de começar a aventura). Com quase nenhum enredo e somente lutas, EBF 1 e 2 são bons jogos para se distrair quando se estiver cansado de RPGs longos. Talvez.
    Ao atingir o terceiro jogo, EBF finalmente decide tomar os rumos de um RPG e se transformar completamente, adicionando enredo, cenário e exploração a sua fórmula original. Agora o jogador pode treinar, passar de nível, acumular riquezas, completar sidequests, explorar cenários, ter lutas livres e muito mais. Há também uma única cidade no jogo chamada... A cidade. Com todos esses elementos clássicos de RPG apresentados de maneira clássica, é de se esperar que EBF3, inspirado por jogos como Final Fantasy, fosse levar seu enredo e desenvolvimento dos personagens de maneira bem séria. E aí está um engano, EBF como um todo não se leva nem um pouco a sério, ao mesmo tempo em que não se torna um horrível jogo de “comédia” contendo apenas palavrões que povoa o mundo dos RPG Makers brasileiros.
    O enredo do primeiro jogo tem algo relacionado a caça ao Goku supersaiyajin 3 zumbi, sem motivo aparente. O segundo título retoma um pouco de sanidade e apresenta um mundo caótico pós-apocalíptico por conta dos eventos do primeiro jogo, onde o vilão Lance levanta um exército para governar o mundo e é parado pela dupla de heróis. Então o vilão é convertido ao lado do bem e o trio parte para uma caverna onde revivem uma entidade antiga que ameaça destruir o mundo e suga todos os seus poderes. Para recuperarem sua força e honra, o trio começa uma jornada de revanche a tal entidade. E essa é a história de EBF3.
    Como já mencionado, Matt é o típico guerreiro de RPGs, com inúmeras sugestões de inspiração vindas de jogos como Final Fantasy 7 e 8. Carrega consigo várias espadas (perdidas no terceiro jogo) e utiliza movimentos característicos de um herói de FF, com limit breaks e combos de espadas. Resumidamente, um personagem simples e direto, focado em força física. Natalie é a maga faz tudo do jogo, tendo todas as magias de ataque e defesa, uma mistura completa de mago branco e negro da série FF. Apesar de sem graça nos primeiros jogos, assim como todos os personagens, ganha um pouco mais de personalidade no EBF3 e até mesmo um papel mais importante nas lutas. Por último temos Lance, vilão de EBF2 e provavelmente o personagem mais carismático da série até o momento. Lance é um jovem militar que utiliza de todas as armas de fogo disponíveis em suas lutas. Carrega consigo a gunblade (FF8) que utiliza para atirar e cortar seus adversários de acordo com suas habilidades. Além de um imenso arsenal de retaguarda que inclui suprimentos via paraquedas, bombardeio aéreo de mísseis e bombas envenenadas, um tanque que é chamado muito semelhante ao carro policial de suporte em Streets of Rage e limit breaks de bomba nuclear e lasers de satélites. Certamente o personagem mais diferente da fórmula e o mais divertido de se jogar. Além de ser engraçado.
    Ao longo do jogo (que não é curto, pode facilmente durar 10 horas ou mais, inesperado para um jogo totalmente indie e de graça, e muito superior aos outros jogos da série), inúmeras referências a outras séries são apresentadas. O scouter de Lance é sugerido ser roubado do Vegeta do Dragon Ball, os raios que alguns inimigos soltam são reconhecidos pelos personagens como uma a técnica Kamehameha de Goku, e imagens de pokémons, os quatro heróis originais de FF e referências a outros jogos e séries aparecem aos montes no jogo. Para mais detalhes e todas as referências da série EBF, visite: http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/ShoutOut/EpicBattleFantasy.
    Nota-se que este trio, assim como todo o jogo, é descontraído demais para um título FF, o que torna a iniciativa de jogos feito por fãs e outros jogos indies algo que deveria ser melhor observado por grandes desenvolvedores. Não se levar a sério demais pode ser um convite atrativo para novos jogadores.
    EBF3 não possui grandes gráficos, mas é o primeiro da série a ter músicas originais, compostas por Halcyonic Falcon X, compositora indie. Assim como todos os outros jogos, há uma estranha opção de dificuldade que varia de fácil para épico (depois de difícil) e torna todos os jogos muito mais desafiadores, sendo que na dificuldade normal todos eles já são bastante desafiadores, principalmente os chefes no terceiro jogo, com hordas e mais hordas de aliados que podem fazer um jogador de RPG experiente ter de mudar seus paradigmas e estratégias de luta. Além disso, sidequests e medalhas criam inúmeros pequenos objetivos que mantêm os jogadores com uma sensação de avanços e conquistas. Para fechar, existem mini-games que podem agradar alguns jogadores, sendo totalmente opcionais como de costume.
    Todas estas novidades na série trazem consigo um maior conforto ao EBF3, tornando-o um jogo muito mais cativante que os anteriores e carregando consigo novos fãs para a série que continua expandindo.

Comentários extras:



  • Existem medalhas recebidas apenas quando o jogador se atinge com determinadas habilidades, como Nuke e Beserk.
  • Todos os equipamentos mudam a aparência dos personagens tanto na luta quanto na exploração no mapa principal.
  • Existe uma medalha “secreta” ao se fazer balançar os seios de Natalie um determinado número de vezes ao clicar neles.
  • Ao deixar os personagens ociosos nas lutas, cada um deles tem uma série de animações para passar o tempo
    • Matt pode fazer malabarismo com frutas ou começar a dormir, sonhando com bebida, Natalie e outras coisas
    • Natalie pode ouvir música com fones de ouvido, jogar DS/3DS onde algumas referências a Mario e Zelda podem ser vistas ou jogar um GameBoy preto e branco.
    • Lance pode ler jornal ou conversar no seu walk-talk com supostos subordinados como suas táticas de guerrilha




sexta-feira, 4 de abril de 2014

Illusion of Gaia


Título
Illusion of Gaia
Série
Soul Blazer/ Gaia Trilogy/ Quintet RPGs
Gênero(s)
Action-RPG
Console
Super Nintendo Entertainment System
Publisher
Enix/Nintendo
Desenvolvedora
Quintet
Rank pessoal
7.5/12
Personagem favorito
Freedan
Modo
SP
Inimigo mais difícil
Irmãos vampiros
Ano de lançamento
1994
Ano jogado
2013
Dificuldade
Média


    Illusion of Gaia, conhecido na Europa como Illusion of Time (outro título válido para o jogo, aliás) é outro RPG da Enix que parecia completamente independente de outros títulos. Lançado em 1994, é mais um pedaço dos fatores que indicavam uma pequena mudança num dos pilares mais fortes do gênero, o enredo. No entanto, isso será discutido mais para frente.
    De fato, Illusion of Gaia não pertence a série alguma de RPGs (ou no caso, mais propriamente Action-RPGs), no entanto, como jogos desenvolvidos pela Quintet, compartilha alguns fatores em comum com outros jogos da empresa e, alguns traçam isso como uma característica de uma série. É dito que Quintet utilizou em seus jogos constantemente o conceito de reconstrução do mundo e isso é notavelmente visto a partir de ActRaiser – provavelmente o jogo mais famoso da empresa. Em ActRaiser, o jogador faz o papel do Mestre, ou Deus/Criador, dependendo da versão do jogo. E o título que carregar na tela é irrelevante, pois o papel é o mesmo. Como um Mestre adormecido por tempo demais, negligenciando o mundo que o próprio criara, este fora conquistado por demônios e restava de poucos para nenhum humano. Agora, enviado dos céus e encarnando num fabuloso guerreiro, o Mestre deve livrar a terra dos demônios e mais uma vez permitir a prosperidade humana, também guiada por ele dos céus. Aos poucos o mundo vai sendo reconstruído e todo o mal vai dando espaço para uma população feliz e em paz.
    Soul Blazer foi o título seguinte a fazer uso do mesmo tema. Dessa vez o jogador é apenas um enviado dos céus, mas guiado por uma entidade ainda maior. E seu dever é basicamente só a primeira parte do que ocorreu em ActRaiser: destruir demônios. Ao fazê-lo, o herói pode libertar almas e humanos, plantas e animais por todo o mundo e deixar que a terra devastada e deserta se torne mais uma vez próspera.
    Illusion of Gaia deu continuidade a essa fórmula. A diferença aqui foi a apresentação do enredo. Enquanto os primeiros dois jogos foram muito simples quanto a esse quesito, o enredo de Illusion of Gaia demonstrou ser mais terreno e mais sujeito à provações. Desta vez o herói não é Deus nem um enviado dos céus, mas apenas um humano com superpoderes, ligado a Gaia, a origem de toda a vida. Will tem como destino salvar o mundo de uma trágica mudança atrelada a uma estrela vermelha, ou um cometa, que se aproximou da Terra uma vez mais, fenômeno repetido a cada 800 anos. Porém o mundo não está destruído, nem governado por demônios, nem existe uma entidade maléfica se levantando para conquistá-lo. Só há uma estrela no céu e sua influência no planeta é desconhecida, porém anunciada como terrível.
    Will começa sua jornada como um jovem estudante na cidade de South Cape, morando com seus avós e passando o dia com quatro amigos que não se cansam de ver suas habilidades sobrenaturais. Seu destino começa a mudar ao esbarrar com a princesa do reino, Kara (apresentada de uma maneira um pouco diferente das princesas em jogos japoneses: não é loira, não é frágil e ao mesmo tempo não é forte também, e tem um porco como animal de estimação). O encontro com cara revela surpresas logo, pois o rei demanda que Will traga a ele o anel de cristal, objeto que ele não carregava e, por isso, foi preso. Após ser salvo pelo porco de Kara, Hamlet, Will foge do reino e carrega consigo a princesa para a jornada de sua vida. Will encontra outras pessoas ao longo do jogo, como seus quatro amigos retornam para acompanhá-lo, uma menina de uma vila oculta e seu primo inventor. Todos esses personagens, embora totalmente inúteis nas áreas de ação do jogo, são responsáveis por uma profundidade na história que dificilmente é vista em muitos jogos.
    A história de Illusion of Gaia também é surpreendentemente trágica em alguns pontos, mas no geral simplesmente é apresentada de uma forma diferente, principalmente para a época. Ao longo do jogo, Will vê pessoas (entre seus próprios amigos) se apaixonarem, se perderem de maneira trágica, ficarem perdidas (e ele próprio se perde também) e muitas outras situações. A forma como o jogo mostra a passagem do tempo, na maioria das vezes implacável, também é difícil de ser vista em outros jogos. As viagens entre lugares são contadas por dias e é comum ver Will e sua companhia sofrerem por quase um mês com pouca água, comida ou simplesmente em um ambiente totalmente hostil (vivendo como náufragos no meio do mar ou perambulando por uma caverna demasiadamente longa).
    Ao fim de sua jornada por vários lugares “existentes” do mundo real, como a Muralha da China ou as Pirâmides do Egito, Illusion of Gaia termina voltando mais uma vez ao tema original de sua série: reconstrução do mundo. Considerando o planeta Terra como um ser vivo e, considerando que todos os seres vivos mudam, a Terra também poderia evoluir e mudar, se reconstruir. E Will seria o responsável por isso. Para descobrir que mudanças são essas, por favor, jogue Illusion of Gaia, afinal de contas, o jogo é extremamente curto e muitas pessoas com horários complicados ainda seriam capazes de terminá-lo muito depressa.
    Temas trágicos como morte, canibalismo e escravidão populam o jogo e marcam um período em que os RPGs, por um tempo, tomariam um rumo mais trágico para seus enredos (vide seu contemporâneo, Final Fantasy VI e outros títulos que os sucederam, como Final Fantasy VII, VIII e Sword of Mana).
    As mais diversas situações encontradas no jogo e suas reações pelos personagens tornam esse título único e muito mais agradável do que outros RPGs da Quintet, especialmente se comparado ao Soul Blazer.
    O elemento principal do jogo é a habilidade de Will de mudar de forma. Como um action-RPG, Gaia tem basicamente um único membro jogável na equipe, mas permite ao jogador e ao herói mudar de forma de acordo com suas necessidades. Freedan é a segunda e mais interessantes das formas que Will pode tomar, além de filosoficamente duvidosa. Freedan é o cavaleiro negro (Dark Knight como é apresentado no jogo) e durante sua transformação, Will passa de brilhos luminosos para pontos de escuridão, enfatizando a mudança de “polaridade”. Freedan é adulto, com um alcance de arma maior que Will, carrega uma espada e aprende técnicas de longo alcance. É muito mais poderoso e eficaz em combate, e parece impiedoso. Ainda assim, é a forma mais interessante de se jogar.
    A terceira e última forma é do último guerreiro das sombras, Shadow. Esta forma é recebida bem no final do jogo e, mais uma vez, mostra que todos os poderes de Will estão centrados na escuridão ao invés da luz. É só ler, ele encontra Gaia num lugar chamado Dark Space, possui Dark Powers e se transforma em Dark Knight e Shadow Warrior. Ainda assim, Will é um herói e um salvador do mundo, estranho não? Shadow não possui grandes habilidades, mas é considerado o mais forte dos três e pode se tornar água (indispensável para vencer alguns chefes sem tomar dano). É, como o próprio nome diz, só uma sombra, embora em forma de chamas.
    A habilidade de mudar de forma e as habilidades únicas de cada forma dão ao jogador o mesmo valor de encontrar novos itens para seguir adiante no jogo, como em títulos como Zelda. Ainda assim, itens e habilidades se completam, atribuindo uma melhor sensação final ao jogo.
    Além disso, alguns elementos de jogo se misturam com a história de modo natural, e às vezes o jogo pode parecer tomar um rumo enquanto futuramente se desviará para sempre de tal função. Por exemplo, Will carrega consigo uma flauta como arma e a utiliza como instrumento para algumas canções mágicas no jogo, capazes de revelar lugares escondidos, fazer plantas crescerem e recuperar a memória das pessoas. Um elemento deste no jogo faria muitos jogadores pensarem em Ocarina of Time e, no entanto, as canções são esquecidas pelo jogo ao longo de seu curso (e ele gentilmente as tira de seu inventário para confirmar isso).
    Dentre os jogos da Quintet até o momento, Illusion of Gaia foi o mais linear e, possivelmente, o mais fácil deles. No final o jogador ainda tem que enfrentar todos os chefes do jogo novamente, mas ele pode salvar e curar depois dos dois primeiros, pelo menos. Além de o jogo permitir que o jogador vença o último chefe sem derramar uma gota de sangue se for esperto (sem exigir muita habilidade).
    A trilha sonora não é muito chamativa, exceto pelos temas mais sombrios e tristes, e a interface, principalmente dos diálogos, às vezes podem atrapalhar o jogador, por não serem as mais intuitivas. A única sidequest do jogo, de pegar joias vermelhas, tem recompensas boas mas não decisivas para o avanço do jogo.
    No final, uma das maiores influências nos jogos é o tempo. Seja de lançamento, seja o total para se terminá-lo, ou simplesmente quando foi experimentado. Ainda que não o mais impressionante dos RPGs do Super Nintendo (e todos sabem que esse é um dos melhores consoles para tal gênero da história), Illusion of Gaia, se jogador no tempo certo, quando o jogador quiser algo rápido e divertido, pode mostrar um grande valor. Totalmente recomendado.
    O mundo precisa de mais títulos rápidos e profundos como esse.

Comentários Extras:



  • A empresa Quintet foi fundada por ex-membros da Nihon Falcom e é possível traçar algumas características em comum dos jogos das duas empresas.
  • É o jogo mais linear de sua série.