domingo, 29 de dezembro de 2013

Músicas de RPG 23 - Mario & Luigi: Partners in Time: Toadwood Forest

Última postagem do ano. Terminando 2013 com Músicas de RPG.


Jogo: Mario & Luigi: Partners in Time
Sistema: DS
Ano: 2005
Compositor: Yoko Shimomura

Melhores Experiências 2013 - Resultado

Melhor Não-RPG

Ragnarok Battle Offline





RBO venceu por pouco outro grande competidor: River City Ransom. Enquanto ambos os jogos são excelentes, especialmente quando se trata de co-op (e ambos possuem elementos de RPG, mesmo não o sendo), RBO é simplesmente mais longo. Foi feito depois e por isso é maior, mas o fato de possuir tantas fases e um ótimo nível de dificuldade, além de poder ser jogado com até 3 pessoas dá a ele um sabor especial. Esse jogo é recomendado para qualquer pessoa que goste de jogar junto de um amigo ou esposa. Infelizmente uma lista dos competidores dessa categoria não está disponível.

Maior Decepção

Bahamut Lagoon


Esperava muito mais desse jogo. Embora ele tenha acertado em muita coisa, e os gráficos para a época sejam excelentes, algumas péssimas escolhas no design do jogo acabam com ele. O progresso tanto da história quanto do jogo é muito lento e dá imensas margens para perdas antes de salvar o jogo, forçando o jogador a enfrentar horas do mesmo ponto da história. Outro forte candidato aqui foi Sword of Mana.

Melhor Trilha Sonora

Suikoden


Muitos comentam que para um jogo do Playstation, Suikoden não avançou muito tecnologicamente. Para mim, isso não prejudicou em nada, e em muitos casos foi até melhor assim. Quanto a sua trilha sonora, embora este ano tenha ouvido muitas trilhas ótimas, Suikoden ainda vence de longe. E não é somente esse jogo, ainda que não tenha jogado o restante da série, já percebo que seus sucessores sempre estarão disputando o lugar como melhor trilha sonora.

Console/Sistema do Ano

PC


Esta é uma surpresa para mim. Esperava mesmo que o SNES fosse o vencedor. Nessa categoria não se compara quem foi o melhor, mas sim em qual plataforma/console/sistema eu terminei um maior número de jogos. Foi quando fiz a lista de candidatos que percebi que estava enganado. SNES esteve quase lá, mas perdeu.


Maior Imersão

Shenmue


De tudo que joguei em 2013, Shenmue foi o que me manteve mais dentro do jogo. Acredito que muitos quando o jogaram tiveram a mesma sensação de quase pertencer àquele mundo. Também competiu entre as melhores experiências do ano junto ao Suikoden, porém cada um se destacou mais em sua própria área. Impecável.



Melhor Experiência 2013

Terranigma


Pode não ser o preferido de muita gente, e em alguns pontos Terranigma fica atrás de seu antecessor, Illusion of Gaia. Mas de tudo em 2013, esse jogo foi o que mais me marcou, esperei anos para poder jogá-lo e não me arrependi nem um pouco. O final foi um pouco mais complicado do que pensei, mas Terranigma entrou direto para a lista dos que eu jogaria novamente.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Final Fantasy 4 Heroes of Light


Título
Final Fantasy 4 Heroes of Light
Série
Final Fantasy
Gênero(s)
RPG
Console(s)
Nintendo DS
Publisher
Square Enix
Desenvolvedora
Matrix Software
Rank pessoal
10.6/12
Personagem favorito
Os 4 heróis
Modo
SP, MP
Inimigo mais difícil
Satan
Ano de lançamento
2009
Ano jogado
2012
Dificuldade
Média alta


    Alguns meses antes do lançamento do 13º jogo da série principal Final Fantasy, a Square Enix fez um lançamento menor com outro jogo da mesma série, porém com um título spin-off. O console alvo também era outro, um “talvez menos importante” Nintendo DS se comparado ao “poderoso” Microsoft XBOX 360 ou Sony PlayStation 3, assim tendo o necessário para ser mais um título esquecido no meio das expectativas de um lançamento majoritário. E assim será o 4 Heroes para todo jogador que se atrever a se aventurar sozinho em suas terras.
    Final Fantasy 4 Heroes of Light é mais uma homenagem aos títulos antigos da série, mas diferente de tentativas como o Final Fantasy IX, 4 Heroes é de fato baseado nos primeiros jogos e, de acordo com o produtor do jogo Tomoya Asano, este é um título clássico utilizando a tecnologia de hoje (2012). Os destaques do jogo lembram os título do Nintendo Entertainment System, e a história envolvendo cristais relembram os primeiros seis jogos.
    Além disso, é usado um sistema de turnos nas batalhas, ao invés do ATB que predominou na série a partir do Super Nintendo. O uso de classes e escolha livre entre elas também é apresentado em 4 Heroes, sistema que foi destaque nos 3º e 5º jogos da série. Assim como nesses jogos, o número disponível de classes aumenta conforme mais cristais são encontrados ao longo da história (com algumas exceções).
    O jogador pode escolher o nome dos quatro heróis, que são apresentados logo no início da aventura. Início este que não mostrará nenhuma real qualidade do jogo. Um dos quatro heróis precisa visitar o rei, numa bela manhã, para mostrar que chegou à idade de se tornar homem. Então este herói é mandado para salvar a filha do rei que foi raptada por uma bruxa. No caminho do resgate, o herói encontra todos os outros heróis deste RPG, tendo enfim os 4 guerreiros da luz reunidos (um dos quais é a princesa raptada), conseguem derrotar a bruxa.
    É a partir deste ponto que Final Fantasy 4 Heroes of Light deixa de ser apenas um passatempo e se torna um dos melhores jogos já feitos. Ao retornar para a cidade, os heróis descobrem que todos os seus habitantes foram transformados em pedra. O time tem uma discussão e se desentende sobre o que fazer a seguir, resultando em metade dos heróis seguindo para uma cidade e a outra metade busca a solução para a maldição da cidade natal.
    É neste ponto também que o jogo deixa mais claro as possibilidades de multiplayer. Embora a opção de multiplayer estivesse disponível desde o momento que o segundo herói entra no time, realizar isto antes de completar a primeira quest se torna dispendioso e com pouco retorno positivo. Porém quando o jogador tem claramente a disposição 2 grupos de personagens (que mais à frente se unirão de vez) é que o multiplayer passa a ser vantajoso.
    4 Heroes of Light permite que outro possuidor de um Nintendo DS entre na aventura de um amigo ao emprestar um de seus quatro heróis (que irá substituir um dos heróis no ponto onde a aventura se encontra do jogador raiz) para outra pessoa via multiplayer. Não há restrições quanto a nível, ou onde o jogador que adentra no jogo se encontra (quão avançado na história ele está). Desde que ele possa emprestar o personagem (isso quer dizer que mesmo que no ponto da aventura um jogador não tenha aquele personagem disponível para jogar, ele ainda pode emprestá-lo para outro jogo), então ele pode se incluir na aventura de qualquer pessoa.
    Concluir uma etapa da história na aventura de outro jogador não isenta que a mesma etapa possa ser refeita no jogo original de alguém. Dessa forma, 2 jogadores podem passar pelas mesmas etapas da aventura 2 vezes (e, mais pra frente, 4 jogadores podem repetir uma etapa 4 vezes). Isso pode parecer desnecessário ou cansativo, mas o jogo tem grandes recompensas para quem o faz. Para começar, itens secretos e raros do jogo podem ser obtidos mais de uma vez, incluindo as armaduras e armas da luz (o que pode deixar um jogador ter os seus 4 heróis com a armadura da luz, quando jogando sozinho apenas 1 herói o terá). Jogar com outras pessoas também ajuda quando os membros da partida estão em pontos diferentes da história, assim aumentando a versatilidade das classes disponíveis (se alguém está mais a frente que você, quer dizer que tem mais classes para usar).
    O jogo multiplayer em si é o foco da diversão em 4 Heroes. Diferente de jogos como Diablo, Final Fantasy 4 Heroes of Light dá aos participantes do jogo a sensação de dividirem uma aventura no NES ou SNES, de jogarem lado a lado o mesmo Final Fantasy clássico. Perfeito para todo jogador que tiver fome por multiplayer.
    O enredo do jogo é divertido, porém nada excepcional. O sistema que força o jogador a carregar no máximo 15 itens (incluindo armas, equipamentos, livros mágicos e itens de cura – incluindo repetições) também pode ser devastador para um jogador acostumado as facilidades de série Final Fantasy. A dificuldade crescente do jogo e a demora pra encontrar classes interessantes também podem diminuir a tenacidade de um jogador em potencial. Mas nada disso afeta um jogo multiplayer. Nem as maiores dificuldades e os chefes mais apelões podem esmaecer qualquer diversão proporcionada por um multiplayer cara a cara. Este é, de fato, o maior destaque de Final Fantasy 4 Heroes of Light.
    Os gráficos utilizados no jogo são parecidos com os feitos para Final Fantasy III e IV no DS, porém as músicas misturam sons instrumentais e outros que relembram os clássicos “chip tunes” muito comum no NES/SNES. O jogo possui um design criativo e uma sensação única, ainda que evocando sempre que pode o passado do mundo dos jogos. Comparado a outros títulos da série, 4 Heroes of Light é consideravelmente mais difícil. Os últimos chefes do jogo são particularmente complicados de se vencer, em especial na última dungeon. De certa forma, 4 Heroes mais parece uma mistura de Final Fantasy e Dragon Quest.
    O jogo também é simples em sua interface e sistemas. Ao invés de usar MP para as habilidades e magias, o jogo faz uso de AP, ou Ability Point. Todos os personagens possuem cinco pontos em AP e esse valor é imutável ao longo do jogo, fazendo com que cada ação em batalha varie entre -1 (focus, para recuperar AP) e 5 (skills mais poderosas do jogo). O uso de magias é feito por livros, o que faz com que qualquer classe possa usá-las, porém as classes magas têm o melhor desempenho as usando, seja com aumento significativo do dano ou com a redução do custo de AP ao utilizar um livro mágico. Outras habilidades são nativas da classe, que pode ser evoluída até três vezes, concedendo uma nova habilidade por evolução.
    Além disso, em determinado momento do jogo, os personagens podem se tornar animais e navegar (e até mesmo lutar!) nessa forma. Se o jogador assim quiser, pode virar o jogo inteiro como animal (exceto em alguma parte que o exija na forma humana). A escolha da espécie é arbitrária e cada personagem tem a sua, sendo cachorro, gato, coelho e galo. Outros NPCs que entram e saem da equipe ao longo do jogo também dividem as mesmas raças (exceto Torte, que é um rato).
    Todas estas características já tornam o jogo bom o bastante, mas após o seu término, 4 Heroes of Light ainda pode entreter o jogador com funcionalidades parecidas com New Game+ e dungeons secretas e mais difíceis. Juntar amigos e se aventurar em suas terras é, de fato, o que torna tudo mais divertido, porém o jogo por si só já é interessante. Indispensável para qualquer fã da série, recomendado para fãs de RPG. Uma sólida experiência que pode vir a se tornar a sua melhor em multiplayer cooperativo em RPG.

Comentários extras:


  • A classe Ranger é uma das mais poderosas do jogo se bem conduzida.
  • Os quatro seguidores do Chaos, assim como o próprio último chefe (Chaos), recordam os chefes do primeiro Final Fantasy.




quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Músicas de RPG 22 - Shenmue: Christmas on Dobuita Street

Para fechar as postagens de natal, mais uma música na série Músicas de RPG. Amanhã teremos a última review do ano no blog também. E na última semana os ganhadores do ano.


Jogo: Shenmue
Sistema: Dreamcast
Ano: 1999
Compositores: Takenobu Mitsuyoshi, Yuzo Koshiro, Takeshi Yanagawa, Osamu Murata, Ryuiji Iuchi

Músicas de RPG 21 - Ragnarok Online: White Christmas

Planejei postar essa música mais cedo, ainda no dia 24, mas não consegui. Não tem problema, pois mais tarde ainda teremos mais uma entrada na série. E outra de natal, claro.


Jogo: Ragnarok Online
Sistema: PC
Ano: 2002
Compositor: soundTeMP

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Melhores Experiências 2013 - Categorias

Para este ano, as Melhores Experiências 2013 serão divididas em cinco categorias. Cada categoria apresentará um vencedor sem segundos ou terceiros colocados. Nem todas incluem especificamente jogos ou lançamentos. E nem tudo é RPG.

**Categorias**
  • Melhor Experiência 2013
  • Melhor Trilha Sonora
  • Sistema/Console do ano
  • Maior Imersão
  • Melhor Não-RPG
  • Maior Decepção


Aproveito também para dizer que a lista de jogos concorrentes foi atualizada e deverá se manter assim até o final. Quanto aos Não-RPGs, é difícil fazer uma lista para eles no momento, então quando anunciar os vencedores comentarei sobre outros que concorreram.
Os resultados devem sair a partir do dia 29. Até lá o blog O Baú da Experiência entra nas comemorações de natal com duas entradas na série Músicas de RPG hoje e amanhã.


sábado, 21 de dezembro de 2013

Melhores Experiências 2013 - Lista de Jogos

Como o nome sugere e para não confundir com os já conhecidos em outros lugares "Melhor jogo do ano", aqui o Baú da Experiência traz, assim como o nome diz, quais jogos proporcionaram as melhores experiências esse ano, independente de quando foram lançados.

Por causa da quantidade de material já pronto antes do blog começar e do programa quinzenal dos artigos, quase todos os jogos de 2013 listados aqui ainda não apareceram oficialmente no blog. O leitor pode tomar esta lista como uma previsão do que está por vir no blog no ano que vem e já ficar por dentro de quais jogos foram escolhidos como ótimos.

O concurso Melhores Experiências decidirá quais jogos foram os melhores dos jogados por mim este ano divididos em algumas poucas categorias. Por enquanto, apenas apresento a lista de todos que foram fechados em 2013. Existem ainda alguns poucos jogos pendentes que podem ou não serem terminados esse mês. Se assim o forem, serão julgados junto aos demais da lista abaixo. O resultado deve sair na última semana de dezembro, o mais próximo possível do ano novo.

**RPGs finalizados em 2013**

  1. Evolution of Magic (PC ~ indie game / flash)
  2. Sword of Mana (GBA)
  3. Bahamut Lagoon (SNES)
  4. Illusion of Gaia (SNES)
  5. Epic Battle Fantasy 3 (PC ~ indie game)
  6. Arc the Lad 2 (PSX)
  7. Digimon World (PSX)
  8. Pokémon Yellow (GB)
  9. Grandia 2 (DC)
  10. Epic Battle Fantasy 4 (PC ~ indie game)
  11. Mario & Luigi Partners in Time (DS)
  12. Terranigma (SNES)
  13. Suikoden (PSX)
  14. Sands of Destruction (DS)
  15. Fire Emblem Gaiden (NES)
  16. SaGa 3 (GB)
  17. Rance 2 (PC)
  18. Shenmue (DC)
  19. Sehnmue 2 (DC)
  20. Kingdom Hearts (PS2)
  21. Secret of mana (SNES)
  22. Swods and Potions (PC)
  23. .hack//Infection

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Músicas de RPG 20 - Nier: The Lost Forest

Mais uma dezena se conclui, então mais uma vez escolhi o jogo e a música. Dessa vez foi Nier, um dos poucos RPGs do XBOX que pude jogar e, apesar disso, considero-o um dos melhores.
Essa música toca em mais de uma área no jogo, mas a maior e mais memorável é o deserto, de forma que o nome parece um pouco deslocado. A sensação de aventura e liberdade, no entanto, é notável e bem definida.

Pretendo fazer listas internas com temas específicos no futuro, utilizando apenas músicas já postadas na série principal Músicas de RPG. Acredito que um dos temas seja de fácil dedução.


Jogo: Nier
Sistemas: PS3, XBOX 360
Ano: 2010
Compositores: Keiichi Okabe, Kakeru Ishihima, Keigo Hoashi, Takafumi Nishimura

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Ys IV - Mask of the Sun



Título
Ys IV – Mask of the Sun
Série
Ys
Gênero(s)
Action-RPG
Console
Super Nintendo Entertainment System
Publisher
Tonkin House
Desenvolvedora
Advance Communication
Rank pessoal
9.6/12
Personagem favorito
Adol
Modo
SP
Inimigo mais difícil
Eldeel
Ano de lançamento
1993
Ano jogado
2012
Dificuldade
Média

    Ys IV é um jogo complicado. Em primeiro lugar, existem duas versões oficiais do jogo: Mask of the Sun e The Dawn of Ys, ambas contando a mesma história mas sendo consideradas diferentes (pela própria Falcom). The Dawn of Ys não é um spin-off, mas outro 4º jogo da série, com pequenas diferenças em relação ao Mask of the Sun, o que pode tornar tudo confuso.
    Em segundo lugar, Ys IV se passa cronologicamente antes do Ys III. Mais precisamente, ele é a continuação direta de Ys II, contando a história de Adol logo após o salvamento de Ys. É nesta aventura que Dogi mostra seu interesse em acompanhar Adol, que decide sair de Ys ao achar uma carta de pedido de ajuda de um país estrangeiro. A nova missão de Adol o guiará para Celceta, onde ele se envolverá em um jogo de interesses que terminarão em algumas revelações quanto às origens de Ys.
    Mas não é apenas no tempo que Ys IV volta, mas também em seu sistema. Mask of the Sun segue o padrão dos primeiros dois jogos, topdown-view e sem a necessidade de usar botões para lutar (como havia feito seu predecessor, Wanderers from Ys). Apesar de algumas simplificações em relação aos jogos mais antigos, Ys IV faz bom uso da fórmula bem sucedida da série e aproveita a nova tecnologia do SNES para ampliar o escopo do jogo, principalmente em comparação com seu antecessor. Mask of the Sun, mesmo não sendo um jogo longo como um Final Fantasy, ainda é razoavelmente maior que todos os que vieram antes (em alguns casos chegando a ser duas vezes mais longo).
    A aventura mantém uma ponderada dificuldade crescente, sobretudo na reta final do jogo. Os chefes se comportam diferentemente uns dos outros e são os reais desafios encontrados por Adol e o jogador. Contudo, a trilha sonora, ainda que boa, não é tão marcante quanto nas aventuras passadas.
    Visualmente, Mask of the Sun também não mostra nenhum avanço, porém nada que diminua o prestígio do jogo. Esta versão também retirou os acessórios equipáveis e voltou a disponibilizar magias, embora essas agora sejam vinculadas a espadas que Adol usa. Os anéis vêm sendo usados em Ys desde o primeiro jogo e o IV é o primeiro a não tê-los.
    Por fim, Ys IV - Mask of the Sun é um título indispensável para qualquer fã de Ys, uma boa escolha para fãs de RPGs e uma aventura sólida, rápida (porém nem tanto) e repleta de ação (característica da série). O jogo é um pilar que conta alguns segredos da história em torno de Ys e mantém uma coesão na decisão de manter o protagonista Adol por tanto tempo na série, durando até o momento da criação do jogo quatro aventuras, sendo esta não a última jornada de Adol Christ.

Comentários extras:



  • The Dawn of Ys foi desenvolvido e publicado pela Hudson Soft.
  • O jogo, assim como quase todos os Ys, possui vários ports e um remake (chamado Ys: Foliage Ocean in Celceta, para PSVita).
  • O último chefe deste jogo é o mais difícil dentre os quatro primeiros jogos do Ys.

 Imagem: superfamicom.org


Imagem: mobygames.com